FOTÓGRAFO VEGANO QUESTIONA ABATE HUMANITÁRIO DE ANIMAIS PARA CONSUMO HUMANO

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Fotógrafo vegano questiona abate humanitário de animais para consumo humano


Fotógrafo vegano Hugo Fagundes questiona o abate humanitário de animais para o consumo humano em projeto de conclusão do curso de Design. A série fotográfica –  Inversão Oculta foi realizada em um antigo matadouro abandonado localizado em Limeira, cidade no interior de SP, cerca de 70 km de Campinas. O objetivo é mostrar o sofrimento e a exploração animal presentes em um abate.
O  Abate humanitário pode ser definido como o conjunto de procedimentos técnicos e científicos que garantem o bem-estar dos animais desde o embarque na propriedade rural até a operação de sangria no matadouro-frigorífico. O abate de animais deve ser realizado sem sofrimentos desnecessários, e as condições humanitárias devem prevalecer em todos os momentos precedentes ao abate. No entanto, para Hugo, a carne que comemos é proveniente de um animal que foi explorado e morto.
Uma das fotografias traz a mensagem: “Não existe abate humanitário quando o próximo a morrer é você“. No rodapé das imagens, Hugo também informa que foram gastos 300 dias de estudo para produção do material, e que durante esse tempo o equivalente a 4.717.440.000 animais tinham sido mortos para consumo no Brasil. Os dados são do Portal vegano Vista-se.
Foram elaborados 4 cartazes que, além das imagens, trazem frases para fazer pensar no tratamento que damos às outras espécies. Uma página no Facebook foi criada para divulgar o ensaio.
Conversei, por e-mail com o fotógrafo.
Adriana Santos: Você é vegano?
Hugo: Me tornei Ovo Lacto Vegetariano no ano de 2007, desde então venho me adaptando ao veganismo. Somente a partir de 2013 eu decidi não consumir qualquer produto de origem animal. Portanto, sim, hoje em dia eu me considero vegano.
Adriana Santos: Como surgiu a ideia do projeto?
Hugo: Desde que me tornei vegetariano venho passando por diversas provações em minha vida. Uma delas é sobre o consumo desenfreado estimulado pela mídia. Através dessas reflexões, iniciei o curso de Design Gráfico e consegui entender o contexto das comunicações presentes hoje em dia. Como sou fotografo há alguns anos, utilizei todos o conhecimento para divulgar a ideia do veganismo. O movimento envolve muito mais coisas do que o simples ato de não comer carne. O veganismo foi o ponta pé para a criação. Os veganos lutam há muitos anos pelos direitos dos animais.
Adriana Santos: Quem são os modelos das fotos?
Hugo: Os modelos (Matheus, André, Juliana, Lola e Sara) são amigos que acompanharam toda a construção do trabalho e me ajudaram a concluí-lo. São todos veganos, também cansados de tanta exploração. Eles tentam mudar essa realidade.
Adriana Santos: Você recebeu apoio da universidade?
Hugo: Recebi. Professores e coordenadores da FAAL (Faculdade de Administração e Artes de Limeira) me ajudaram com a construção do trabalho.

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Fonte:http://saudedomeio.com.br/fotografo-vegano-questiona-abate-humanitario-de-animais-para-consumo-humano/


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